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Tema do mês

12 meses, 12 temas

Os temas mensais do AED coincidem com dias internacionais ou outros acontecimentos importantes no mundo. Orientam debates, análises, divulgação e iniciativas no quadro do Ano Europeu.

Janeiro|Fevereiro|Março|Abril|Maio|Junho|Julho|Agosto|Setembro|Outubro|Novembro|Dezembro

 

Temas do Ano Europeu para o Desenvolvimento 2015

 


 

Janeiro: a Europa no mundo

 

A União Europeia está presente e ativa na maioria dos países do mundo. As suas 139 delegações em todo o mundo são uma preciosa fonte de informação no terreno. Contribuem para a criação de parcerias sólidas e duradouras, por vezes, em condições extremamente difíceis e perigosas. Tendo defendido acerrimamente os ODM da ONU, a UE participa agora na elaboração de uma agenda para o desenvolvimento mundial com vista a obter uma mudança duradoura e a aproximar-nos do objetivo final: uma vida digna para todos.

 


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Fevereiro: educação

 

A educação é o melhor investimento contra a exclusão, as desigualdades e a pobreza. Permite adquirir competências fundamentais, ensina-nos a ser membros ativos da sociedade e é um elemento determinante na construção do Estado. No entanto, mais de 50 milhões de crianças de todo o mundo não vão à escola e 250 milhões não sabem ler nem escrever e desconhecem as bases da matemática. É por este motivo que a cooperação para o desenvolvimento é tão importante para ajudar as pessoas a ter uma boa educação, prosseguir os seus sonhos e contribuir para a sociedade.

 


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Março: mulheres e raparigas | Infografia

 

Em muitas partes do mundo, nascer mulher é uma desvantagem. São muitas as mulheres vítimas de discriminação ao longo da vida. Por exemplo, são excluídas do acesso ao ensino, ao crescerem não encontram um emprego dignamente remunerado, é-lhes vedado assim como aos seus filhos o acesso a serviços básicos de saúde e é-lhes recusado o direito à proteção social e à herança na velhice. Toda a comunidade beneficiaria se as raparigas tivessem o mesmo acesso à educação que os rapazes e as mulheres os mesmos recursos e oportunidades que os homens. E isso é especialmente importante nos países e comunidades mais pobres, onde, muitas vezes, as mulheres são a espinha dorsal da vida económica. A luta contra a discriminação entre homens e mulheres não só é legítima do ponto de vista moral como é economicamente inteligente. 

 


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 Abril: saúde |  No FB oficial | No sítio oficial

 

A saúde é um direito humano básico. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio referiam-se, direta e indiretamente, à saúde. No entanto, os progressos, com especial destaque para a saúde das mulheres e das crianças, têm sido lentos em muitos países. Que lições retirar e como quebrar o círculo vicioso entre pobreza e falta de saúde e vice versa?

 


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Maio: paz e segurança | Infografia | No FB oficial | No sítio oficial

 

Conflitos e violência continuam a manter as pessoas e os países bloqueados em ciclos de insegurança e de pobreza, comprometendo irremediavelmente quaisquer tentativas de desenvolvimento sustentável. A melhor solução é adotar uma abordagem coletiva, abrangente, desde o alerta rápido e a prevenção à recuperação rápida, estabilização e consolidação da paz. As políticas e programas de desenvolvimento devem procurar solucionar os conflitos, criar resistências e ajudar os países afetados a retomar um percurso de desenvolvimento sustentável, de modo a que as pessoas possam viver em sociedades estáveis e em paz.

 


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Julho: crianças e jovens | Infografia | No FB oficial | No sítio oficial

 

Há 25 anos, os líderes mundiais assinaram a Convenção dos Direitos da Criança. Comprometeram-se a garantir a todas as crianças o direito à vida, à educação e à saúde, bem como a serem bem tratadas e ouvidas. Cumpriu o mundo as suas promessas? Como Nelson Mandela afirmou: «A verdadeira alma de uma sociedade conhece-se pela forma como trata as suas crianças». Podem as crianças de hoje contar com um futuro melhor? O que será das crianças de amanhã?


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Agosto: ajuda humanitária | Infografia | No FB oficial | No sítio oficial

 

Catástrofes naturais, guerras e conflitos podem ter efeitos devastadores nas populações civis privando-as dos elementos básicos de subsistência. A ajuda humanitária assegura a sobrevivência das populações atingidas por uma crise, dando resposta a necessidades básicas: alimentação, abrigo, água potável e proteção física. A ajuda humanitária europeia é incondicional. Destina-se a todos os que dela precisam, independentemente da raça, etnia, religião, sexo, idade ou convicções políticas. É uma questão de dignidade humana, não de política.

 


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Setembro: demografia e migração | Infografia | No FB oficial | No sítio oficial | Exposição bibliográfica

 

A população mundial atingiu os 7 mil milhões em 2013, estimando-se que, até 2050, este número chegue aos 9 mil milhões. Destes 7,8 mil milhões estarão nos países subdesenvolvidos. Em 2014, mais de metade da população mundial vive nas cidades. Mais de metade dos cerca de 230 milhões de migrantes mundiais vive em países de baixo e médio rendimento. A maioria é forçada a migrar devido a catástrofes e dificuldades económicas. Cerca de 40 milhões de refugiados ou de pessoas deslocadas no interior do seu país em todo o mundo não têm outra alternativa senão partir. Apesar de os migrantes poderem dar um contributo dinâmico e produtivo para a sociedade, são muitas vezes deixados à sua sorte, vulneráveis e invisíveis, constituindo uma presa fácil da exploração e do tráfico de seres humanos. Num mundo interdependente, é essencial agir e cooperar a nível internacional pelos direitos dos migrantes.

 


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Outubro: segurança alimentar  No FB oficial | No sítio oficial

 

A subnutrição é a causa da morte de mais de 3 milhões de crianças por ano e provoca danos mentais e físicos irreversíveis em milhões de pessoas. Além disso, diariamente, uma em cada oito pessoas passa fome por não conseguir obter ou comprar alimentos nutritivos em quantidade suficiente. A fome e a subnutrição são inimigos do desenvolvimento humano e podem causar conflitos. Quando as pessoas são incapazes de criar riqueza, o potencial de crescimento dos seus países retrocede. Para os países que fazem grandes esforços de desenvolvimento, este aspeto é um golpe particularmente duro. Perante esta situação, é óbvio que uma das principais prioridades do desenvolvimento se centra na alimentação de uma população mundial em constante crescimento.

 


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Novembro: desenvolvimento sustentável e ação climática No FB oficial | No sítio oficial 

 

Desde o estabelecimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio em 2000, continuam a existir muitos desafios em todos os domínios, sendo as alterações climáticas um dos mais importantes. Se estas não forem controladas, os resultados obtidos nos últimos anos em matéria de desenvolvimento poderão ficar ameaçados e os futuros progressos em risco. Trata-se de uma ameaça que paira sobretudo sobre os países em desenvolvimento, uma vez que as suas economias dependem frequentemente de recursos naturais sensíveis ao clima. Mas é uma questão que diz respeito a todos. Os objetivos de desenvolvimento sustentável e o acordo internacional sobre o clima, a adotar em 2015, deverão implicar todos os países em ações de combate e de adaptação às alterações climáticas, juntamente com outros desafios em matéria de desenvolvimento. O futuro do planeta depende das ações empreendidas agora.

 


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Dezembro: direitos humanos e governação No FB oficial | No sítio oficial | Infografia

 

A democracia e os direitos humanos são os princípios orientadores da União Europeia e da sua cooperação internacional. Tal como enunciado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, «Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos». Os direitos humanos são a pedra angular das sociedades inclusivas e dinâmicas, cujos governos estão ao serviço das pessoas e para as quais todos podem contribuir. Em contrapartida, quando há problemas de governação e violações dos direitos humanos, são os mais pobres e mais vulneráveis quem mais sofre. Assim, se quisermos manter a dignidade humana, lutar contra a pobreza, defender a igualdade e evitar conflitos é fundamental eliminar os obstáculos que perpetuam as violações dos direitos humanos (lutando contra a discriminação, assegurando o Estado de direito e construindo instituições justas e inclusivas).

 


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Fonte: https://europa.eu/eyd2015/pt-pt?month, com adaptações (navegar nos separadores ao fundo da página).